O ataque indireto à infraestrutura dos cartéis de drogas, a criação de estruturas judiciais sobre terrorismo e o aumento do terrorismo como preocupação de segurança nacional – independentemente das pressões dos EUA, de Israel e da UE – devem ser prioridade para os governos latino-americanos. O terror, seja ele motivado por razões ideológicas ou financeiras, só prejudica a democracia.